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domingo, 30 de dezembro de 2007

Make ou Do?

Quando queremos dizer em português que um aluno deve fazer o exercício de casa, por exemplo, usamos o verbo “fazer”. Se quiséssemos fazer essa mesma pergunta em inglês, qual verbo poderíamos utilizar? “Make” ou “do”? Os dois possuem o mesmo significado, contudo são empregados em situações diferentes.

Embora seja possível encontrar algumas tentativas de sistematizar a utilização de cada um dos verbos, não é possível fazer isso. Geralmente é dito que “make” se refere à idéia de construção, elaboração e fabricação de alguma coisa. No entanto, como a expressão “make na offer” (fazer uma oferta) poderia entrar nesta explicação?

Não existe um método de saber quando usar cada um desses verbos, por isso, se faz necessário que o estudante tenha contato com estas expressões. É aconselhável que os estudantes tenham um contato profundo com a língua, para que assim possam memorizar cada uma das expressões de forma fácil e natural.
Vejamos algumas expressões envolvendo “make” e “do”:

Do business = trabalhar em negócios
Do homework = fazer a tarefa de casa
Do drugs = usar drogas
Do good = fazer bem
Do something = fazer algo

Make a deal = fazer um negócio, negociar
Make friends = fazer amizade
Make money = ganhar dinheiro
Make a phone call = telefonar, dar um telefonema
Make a payment = fazer um pagamento

Inglês - Brasil Escola

sábado, 29 de dezembro de 2007

Irregular Verbs

Infinitive (to)
Simple Past
Past Participle
Translation




arrise
arose
arisen
surgir
awake
awoke
awoken
despertar
be
was/were
been
ser, estar
bear
bore
born
dar a luz
beat
beat
beaten
bater
become
became
become
tornar-se
begin
began
begun
começar
bite
bit
bitten
morder
blow
blew
blown
soprar
bring
brought
brought
trazer
catch
caught
caught
pegar, capturar
choose
chose
chosen
escolher
come
came
come
vir
cost
cost
cost
custar
cut
cut
cut
cortar
do
did
done
fazer
draw
drew
drawn
desenhar
dream
dreamt
dreamt
sonhar
drink
drank
drunk
beber
drive
drove
driven
dirigir
eat
ate
eaten
comer
fall
fell
fallen
cair
feel
felt
felt
sentir
fight
fought
fought
luta
find
flew
flown
voar
forbid
forbade
forbidden
proibir
forgive
forgave
forgiven
perdoar
get
got
gotten
obter
give
gave
given
dar
grow
grew
grown
crescer
hang
hung
hung
pendurar
have
had
had
ter
hear
heard
heard
ouvir
hide
hid
hidden
esconder
hit
hit
hit
bater
hold
held
held
segurar
hurt
hurt
hurt
machucar
keep
kept
kept
manter
know
knew
known
saber, conhecer
lay
laid
laid
colocar, depositar
lead
led
led
conduzir, levar
learn
learnt
learnt
leave
left
left
partir
lend
lent
lent
emprestar
let
let
let
permitir, deixar
lie
lay
lain
repousar
light
lit
lit
acender, clarear
lose
lost
lost
perder
make
made
made
fazer
mean
meant
meant
querer dizer
meet
met
met
encontrar
pay
paid
paid
pagar
put
put
put
pôr, colocar
read
read
read
ride
rode
ridden
andar de
ring
rang
rung
tocar, soar
rise
rose
risen
erquer-se
run
ran
run
correr
say
said
said
dizer
see
saw
seen
ver
seek
sought
sought
procurar
sell
sold
sold
vender
send
sent
sent
enviar
shake
shook
shaken
sacudir
shine
shone
shone
brilhar
shoot
shot
shot
atirar (com um arma)
show
showed
shown
mostrar
shut
shut
shut
fechar
sing
sang
sung
cantar
sink
sank
sunk
afundar
sit
sat
sat
sentar
sleep
slept
slept
dormir
smell
smelled
smelled
cheirar
speak
spoke
spoken
falar
spend
spent
spent
gastar
stand
stood
stood
permanecer
steal
stole
stolen
roubar
sting
stung
stung
picar, ferroar
stink
stank
stunk
cheirar mal
strike
struck
stricken
golpear
sweep
swept
swept
varrer
swim
swam
swum
nadar
take
took
taken
pegar, tomar
teach
taught
taught
tear
tore
torn
rasgar
tell
told
told
dizer, contar
think
thought
thought
pensar, achar
throw
threw
thrown
atirar, jogar
understand
understood
understood
compreender
wake
woke
woken
acordar
wear
wore
worn
usar
wed
wed
wed
casar
weep
wept
wept
chorar
win
won
won
vencer
write
wrote
written
escrever

Inglês - Brasil Escola

sexta-feira, 28 de dezembro de 2007

Imperative

"Eat sensibly.
Do not eat sweets, pastry, pasta or fried food.
Do some kind of aerobic activity…
Don’t be lazy!
Do everything that I say and…"

Nessas frases, podemos observar algumas instruções e até mesmo ordens. Para fazer todas estas coisas, os verbos das frases foram colocadas em uma forma diferente: o modo imperativo.

Uso

O modo imperativo é usado para dar conselhos, instruções e ordens. Ele também pode ser usado para:

- Dar sugestões:
Ex.: Try this coat on. It is very nice and cheap.

- Encorajar alguém:
Ex.: Go, Lakers, go! (em uma torcida).

- Fazer um pedido:
Ex.: Call a taxi for me, please.

Forma

Os verbos no modo imperativo ficam sempre no início da oração, e a frase não tem sujeito (o sujeito é quem está recebendo a ordem, a sugestão, o conselho, etc.). Nas frases afirmativas, o verbo não sofre alteração, ficando no infinitivo (sem o “to”). Na forma negativa, sempre acrescentamos o don’t em frente a esse infinitivo. Perceba que, apesar de nunca usarmos o auxiliar “DO” com o verbo to be, neste caso, isto deverá ocorrer.

Ex: Don’t be a foll!

Uso Enfático

Se você quiser dar ênfase a uma ordem ou conselho, basta acrescentar “DO” em frente ao imperativo afirmativo.

Ex: Do clean you teeth before going to the dentist.

Always, Never

Quando aparecem em frases imperativas, estes dois advérbios sempre serão colocados antes do verbo. Eles servem para enfatizar a ordem.

Ex: Always obey your fatlher and your mother.
Never stay under a tree during a thunderstorm.

Inglês - Brasil Escola

quarta-feira, 26 de dezembro de 2007

Going to Future

Uso

Be going to é uma estrutura que pode ser usada para falarmos de planos futuros de forma informal. Going to enfatiza a idéia de intenção, de uma decisão que já foi tomada.

Ex.: Mark is going to cross Ireland.
His friends are going to help him.

Um outro uso do going to é o de predizer o futuro devido a um indício presente.

Ex.: Look at the sky! It's going to rain.
They drive dangerously. They are going to crash.

Forma

Esta forma de futuro é um tempo verbal composto, formado pelo verbo to be no presente simples (am, is, are) e going to, ao que adicionamos a forma natural do verbo que desejamos colocar no futuro.

Ex.: I am going to travel to Europe next year.
I am going to write a novel.

Forma Interrogativa

Basta colocarmos o verbo to be antes do sujeito.
Ex.: Is he going to be here today?

Forma Negativa

Coloca-se o "not" entre o verbo to be e o "going to":
Ex.: Paul is not going to marry her because of the baby.
As regras de abreviação são as mesmas usadas para o verbo to be.

sexta-feira, 21 de dezembro de 2007

Gírias da língua inglesa

1. Inside out - Embora possa significar "ao avesso" (You've put your sweatshirt on inside out. = Você vestiu o moletom do avesso.), também pode representar uma coisa ou sentimento profundo (To love you from the inside out. = Pra te amar profundamente.);

2. To roll up one's sleeves - Significa "arregaçar as mangas" (We will rolled up our sleeves and will go to work! = Nós arregaçaremos as mangas e iremos para o trabalho!);

3. Dude - Usado grandemente nas conversas informais, aproxima-se do que chamamos de "cara", no sentido de se referir a uma pessoa. (How are you dude? = Como você vai cara?);

4. Bad egg - Usado pra definir um sujeito de mau caráter, um causador de problemas. (Joe's a bad egg. = Joe é um "mal-elemento".);

5. Beat - Empregado quando alguém quer dizer que está muito cansado, exausto. (I wanna go to bed, I'm beat today. = Eu quero ir para a cama, hoje estou exausto.);

6. Lose your mind - Refere-se a uma pessoa que enlouqueceu ou "perdeu a cabeça". (I said no! Are you crazy? Lose your mind? = Eu disse não! Você está louco? Perdeu a cabeça?);

7. Jerk - Significa uma pessoa desprezível, desagradável e repugnante. (Ah, you're a jerk! = Ah, você é um desagradável!);

8. Have eyes for - A expressão é usada quando alguém acha outra pessoa fisicamente muito bonita e atraente. (Jake has eyes for July. = Jack acha July muito bonita.);

9. Gabby - Empregada para designar uma pessoa que conversa muito, sobre assuntos sem importância e relevância. (I think Mary a gabby. = Eu acho Mary uma "tagarela".);

10. Boozehound - Representa uma pessoa que bebe excessivamente, um bêbado. (This man is a boozehound! = Esse cara é um bêbado!).

Por Tiago Dantas
Equipe Brasil Escola

quinta-feira, 20 de dezembro de 2007

Gender

Como sabemos, na língua inglesa existe três gêneros: masculino, feminino e neutro. Os pronomes masculinos são substituídos por “he”; os femininos, por “she”; e os neutros, por “it”. O pronome “they” substitui qualquer substantivo no plural, podendo ser masculino, feminino ou neutro.

A maior questão envolvendo o estudo dos gêneros é a de como passar um substantivo do masculino para o feminino. O gênero feminino em algumas vezes é formado através do acréscimo do sufixo “-ess” ao substantivo masculino.

Ex: lion (leão) – lioness (leoa)
prince (príncipe) – princess (princesa)
actor (ator) – actress (atriz)

No entanto, essa regra não é cabível a todos os substantivos. Na grande maioria dos casos, a palavra que indica o feminino é completamente diferente da que indica o masculino. Assim, faz-se necessário conhecer cada caso.

Ex: boy (menino) – girl (menina)
hero (herói) – heroine (heroína)
husband (esposo) – wife (esposa)
king (rei) – queen (rainha)

Existem ainda alguns casos que o substantivo possui apenas uma forma para masculino e feminino. Note que neste caso, devemos observar o pronome utilizado para assim distinguirmos o sujeito.

Ex: The doctor is busy, but she will call you in a few minutes. = A doutora está ocupada, mas ela te ligará em alguns minutos.

Outro fator ligado à questão dos gêneros é o desuso de “man” no final de um substantivo. Assim, para evitar colocar “man” no final de profissões, por exemplo, que podem ser exercidas por homens e mulheres, deve-se usar palavras neutras que representem ambos os sexos.

Ex: Businessman – businessperson (executivo ou executiva)
Fireman – firefighter (bombeiro ou bombeira)

Por Tiago Dantas
Equipe Brasil Escola

quarta-feira, 19 de dezembro de 2007

Demonstrative Pronouns

Demonstrative Pronouns servem para apontar, indicar e mostrar alguma coisa, lugar, pessoa ou objeto. Os demonstrative pronouns podem estar no singular (this = isto ou that = aquilo) e no plural (these = estes ou those = aqueles).

Singular: This (isto, este, esta), that (aquilo, aquele, aquela).

- This refere-se a algo próximo de quem fala.
- That refere-se a algo distante de quem fala.
- This e that; podem funcionar como adjetivos, antes do substantivo (this sandwich; that salad), ou como pronomes substantivos (this is for you; that is for me).

Exemplo:

What’s this? – pergunta o que é uma coisa que está perto da pessoa que fala.
What’s that? – pergunta o que é uma coisa que está longe da pessoa que fala.

Plural: these (estes; estas), those (aqueles; aquelas).

- These refere-se a tudo que está próximo de quem fala.
- Those refere-se a tudo que está distante de quem fala.
- These e those; podem funcionar como adjetivos, antes do substantivo (these cookies; those pies), ou como pronomes substantivos (these are good; those are bad).

Exemplo:

What are these? - pergunta "o que são estas" coisas que estão perto da pessoa que fala.
What are those? – pergunta "o que são aquelas" coisas que estão longe da pessoa que fala.

terça-feira, 18 de dezembro de 2007

Conditionals

Usamos os conditionals quando queremos dizer que uma coisa irá acontecer em função de outra, ou seja, quando se estabelece uma condição para que certas situações ocorram.

Ex: If I have time, I will go. = Se eu tiver tempo, eu irei.

O primeiro passo para conhecermos essas estruturas é saber distinguir as condições reais das irreais. Real conditionals são aquelas situações reais, enquanto as unreal conditionals são situações supostas e hipotéticas. Outro fator que facilita o entendimento é que quando se vem primeiramente a condição, depois vem o resultado, e vice-versa.

Ex: If I have time (condição), I will go. (resultado) = Se eu tiver tempo, eu irei.
I will go (resultado) if I have time. (condição) = Eu irei se tiver tempo.

Real Conditionals

Utilizados para expressar condições no presente, com resultados no presente ou no futuro. São formados por: If + present simple + will + complement (first conditional)

Ex: If I have money, I will buy this book. = Se tiver dinheiro, eu comprarei este livro.
If I don’t have to go to school, I will go to your home = Se não tiver que ir pra escola, eu irei para sua casa.

Unreal Conditionals

Como já foi citado, descrevem situações supostas e hipotéticas.

Em situações imaginárias no presente, usamos: If + past simple + would + complement (second conditional)

Ex: If I had the chance, I would study in Harvard. = Se eu tivesse oportunidade, eu estudaria em Harvard.

Quando queremos indicar situações hipotéticas no passado, usamos: If + past perfect + would + have + past participle (third conditional)

Ex: If I had studied more, I would have passed. = Se eu tivesse estudado mais, eu teria passado.

Por Tiago Dantas
Equipe Brasil Escola

segunda-feira, 17 de dezembro de 2007

Articles

Os artigos da língua inglesa possuem a função de particularizar e generalizar os substantivos. Existem dois tipos de artigos: os definidos e indefinidos.

Indefinite article

Correspondes ao "um, uma", que no inglês são o "a" e "an". Os indefinite articles são usados nas ocasiões de generalização ou quando o substantivo é relatado pela primeira vez. Ex: Wait a moment. = Aguarde um momento.

Quando usar “a” e “an”?

Antes de palavras singulares iniciadas por som de vogal, usa-se “an”, já antes de palavras singulares começadas por som de consoante, usa-se “a”. Não é a grafia que irá determinar o uso de "a" e "an", uma vez que existem certos substantivos cuja primeira letra é consoante e que são pronunciados com som de vogal, e vice-versa.

Ex: A mouse, a book, a pencil, a job, a uniform.
An artist, an animal, an insect, an office.

Definite article

Para o caso dos definite articles, só existe apenas uma forma: “the”, usada antes de quaisquer substantivos, sejam eles masculinos, femininos, estando no singular ou no plural.

Ex: The Industrial Revolution made many changes in the world. = A Revolução Industrial fez várias mudanças no mundo.

Por Tiago Dantas
Equipe Brasil Escola

domingo, 16 de dezembro de 2007

Adjectives

Na língua inglesa, a maioria dos adjetivos é colocada antes dos substantivos (Ex: New York is a large city. = Nova York é uma grande cidade.) ou depois de um verbo de ligação (Ex: He is very smart. = Ele é muito esperto). Se na língua inglesa colocamos o adjetivo antes do substantivo (New York is a large city), no português é exatamente o contrário, normalmente o substantivo vem antes do adjetivo (Nova York é uma cidade grande). É importante perceber que essa é uma das maiores diferenças entre o inglês e o português.
Os adjetivos podem variar segundo a intensidade:

Lovely (+ +), very good (+) ← OK → very bad (-), awful(- -)

Os adjetivos no centro são chamados de adjetivos de “escala” e dão a descrição geral de alguma coisa. Você pode usar “very” (+ e -) antes deles para intensificar um pouco o adjetivo. Os adjetivos do lado esquerdo e direito (+ + e - -) são chamados de adjetivos de “limite” e transmitem uma descrição extrema de algo.

Para comparar as coisas, pessoas, conceitos e etc., existem formas de comparação dos adjetivos, podendo ser de superioridade, igualdade e inferioridade.

Comparativo de superioridade

- Nos casos de adjetivos com uma sílaba, usa-se (adjetivo + -er than). Ex: Karla is very smart. She is smarter than July. = Karla é muito esperta. Ela é mais esperta do que July.

- Quando os adjetivos possuem uma ou duas sílabas terminadas em consoante + y, se usa a fórmula (adjetivo + -ier than). Ex: Sonia was silly. She was sillier than Mary. = Sonia era tola. Ela era mais tola que Mary.

- Nos casos de adjetivos com duas sílabas ou mais, usa-se (more + adjetivo + than). Ex: He is more famous than Jone. = Ele é mais famoso do que Jone.

Comparativo de igualdade

Para compararmos as condições igualitárias de duas coisas, usamos a expressão: (as + adjetivo + as). Ex: He is as nice as Brian. = Ele é tão agradável quanto Brian.

Comparativo de inferioridade

Quando queremos comparar e demonstrar a condição inferior de uma coisa em relação à outra, usamos: (less + adjetivo + than). Ex: Joseph is less shy than Jone. = Joseph é menos tímido do que Jone.

Superlativos

Na ocasião de querermos classificar algo não no âmbito comparativo, mas sim, no âmbito geral, ou seja, quando queremos atribuir máxima intensificação do adjetivo a algo, usamos a forma superlativa. Um adjetivo na forma superlativa indica que algo tem uma característica em um grau maior do que qualquer outra coisa com que se possa comparar em um contexto. O superlativo refere-se ao maior, menor, pior, melhor, etc.
Para se construir uma expressão com o adjetivo na forma superlativa, usamos:

- (the + adjetivo + est), quando o adjetivo tiver uma sílaba ou duas sílabas terminadas em “lê”; “y”; “ow”; “er”;

- (the most +adjetivo), nos demais casos.

Ex: I am the oldest. = Eu sou o mais velho.
She is the youngest. = Ela é a mais jovem.

Por Tiago Dantas
Equipe Brasil Escola

sábado, 15 de dezembro de 2007

Adverbs

Adverbs são as palavras que atribuem circunstâncias aos verbos. Além de modificar o sentido do verbo, podem modificar um adjetivo, um outro advérbio ou até mesmo uma oração inteira.

Ex: You are running slowly. = Você está andando lentamente.
I never arrive late. = Eu nunca chego tarde.

Para se formar um advérbio, na maioria das vezes, basta adicionar o sufixo “-ly” com o adjetivo.

Ex: fast (rápido) – fastly (rapidamente)
perfect (perfeito) – perfectly (perfeitamente)
careful (cuidadoso) – carefully (cuidadosamente)

Obs: Note que no terceiro caso o adjetivo já termina em “l”. Se o adjetivo terminar em “l”, o advérbio terá “ll” (o “l” do adjetivo juntamente com o “l” do “–ly”)

No entanto, nem todos os advérbios são montados dessa mesma maneira. Nos casos de adjetivos terminados em “-ic”, é acrescentado o sufixo “-ally”.

Ex: fanatic (fanático) – fanatically. (fanaticamente)

Se o adjetivo termina em “-y” precedido de consoante, o “y” é substituído por “i” antes de “ly”.

Ex: happy (feliz) – happily (felizmente)

Nos casos do adjetivo terminar em “-le”, esse sufixo é substituído por “-ly”.

Ex: simple (simples) – simply (simplesmente)

Contudo, existem outros casos que o advérbio é totalmente diferente do adjetivo.

Ex: good (bom) – well (bem).

Por Tiago Dantas
Equipe Brasil Escola

quinta-feira, 13 de dezembro de 2007

Irregular comparatives

1 Os comparativos irregulares formam-se da seguinte maneira:

comparativos dos adjectivos

good » better melhor

bad » worse pior

far » farther or further (1) mais distante ou afastado

old » older (2) or elder (3) mais velho

(1) esta segunda forma pode também significar adicional, mais, além disso (2) esta forma é regular

(3) esta forma é relativo a duas pessoas da mesma família e é empregue da

seguinte maneira: elder + substantivo (ex. elder brother, elder sister)

e não deve ser empregue com than

comparativos dos quantificadores

much » more mais

many » more mais

little » less menos

Exemplos:

Jane sings better than me. A Jane canta melhor que eu.

The weather is worse today. O tempo está hoje pior.

Oporto is farther than Coimbra. Porto é mais longe que Coimbra.

His elder brother is here. O irmão dele mais velho está cá.

She's got more money than me. Ela tem mais dinheiro que eu.

This house is less expensive than that

one.

Esta casa é menos cara que aquela.

quarta-feira, 14 de novembro de 2007

Pagando Mico: Colocar para dormir

Pagando Mico: Colocar para dormir

Uma amiga fez intercâmbio nos Estados Unidos e estava trabalhando como babá. Na hora de colocar a criança para dormir, ela dispara: "NOW, I'M GONNA PUT YOU TO SLEEP". A menina começou a chorar desesperadamente e foi um custo explicar para os pais dela o que havia ocorrido, já que em inglês esta expressão significa, entre outras coisas, "matar" ou "sacrificar" (animal).
MORAL DA HISTÓRIA: Para que a situação rotineira descrita acima não ganhasse contornos de filme de terror, a incauta babá poderia ter dito "IT'S TIME TO GO TO BED.", "IT'S BED TIME.", "I'M GONNA PUT YOU IN BED.", etc.

segunda-feira, 15 de outubro de 2007

Basico

Noun: substantivo = palavra com que se designa um ser ou objeto = house, door, car, sky, water

Adjective: adjetivo = palavra que qualifica o substantivo a que está ligado: blue, wonderful, hot

Verb: verbo = palavra que designa os processos, o estado, a ação, os fenômenos: to rain, to go, to be, to pretend, to run

Preposition: preposição = partícula que estabelece a relação entre dois termos da frase: in, at, on, with, for, through

Adverb: advérbio = palavra que indica tempo, lugar, quantidade: here, there, yesterday, very

Conjunction: conjunção = palavra que liga termos ou orações: who, that, which

quinta-feira, 11 de outubro de 2007

Uso de Maiúsculas

Uso de Maiúsculas


Usa-se letra maiúscula em inglês nos seguintes casos:

1. Em palavras que iniciam:

a) um período, uma oração

  • The next morning she set off for the beach. Her husband waited and waited for her, but she didn't come back. Na manhã seguinte ela saiu para a praia. Seu marido esperou e esperou por ela, mas ela não voltou.

    b) uma citação

  • "Do you see that guy over there with the blue cap?", he asked.
    She nodded and said, "Who's he?"

    "Você está vendo aquele cara lá com o boné azul?", ele perguntou.
    Ela balançou a cabeça afirmativamente e disse: "Quem é ele?"

    c) um verso

  • A wind came up out of the sea, And said, "O mists, make room for me".

    Longfellow

    Ergueu-se o vento sobre o mar de espumas
    E disse: "Abri caminho, densas brumas".

    2. Em nomes próprios de pessoas e nos títulos que os precedem. Paul, Angela, Professor Baker, Doctor Novak

    3. Em nomes de cidades, estados, países, regiões geográficas, mares, montanhas etc.

    San Francisco, California, England, the Pampas,
    Atlantic Ocean, Rocky Mountains etc.

    4. Em nomes de prédios e monumentos famosos, ruas, avenidas, auto-estradas, parques, pontes etc.

    Rockefeller Center, The Colosseum, Main Street, Fifth Avenue, Lincoln Highway, Hyde Park, Brooklin Bridge etc.

    5. Em nomes de línguas e de adjetivos que indicam nacionalidade:

    French, Italian, Portuguese, Chinese etc.

  • They speak French and Portuguese.
    Eles falam francês e português.

  • The German boy speaks Italian very well.
    O rapaz alemão fala italiano muito bem.

    6. Em nomes de cursos, exceto os de língua, somente quando o título oficial é usado.

  • I'm taking Chemistry 3 this semester.
    Estou fazendo Química 3 neste semestre.

  • I'm taking a literature course.
    Estou fazendo um curso de literatura.

    7. Em nomes de religiões, de divindades, de livros sagrados e de documentos importantes.

    Buddhism, Brahma, God, the Bible, the Koran, Declaration of Independence

    8. Em abreviações e siglas.

    U.S.A. (United States of America)
    G.B. (Great Britain)
    NATO (North Atlantic Treaty Organization)
    UN (United Nations)

    9. Nos dias da semana, meses e feriados.

    Monday, Thursday
    October, December
    Christmas Day, Holy Week
  • sexta-feira, 21 de setembro de 2007

    Avanço no uso do inglês online 'mata' milhares de hifens

    O hífen vem sumindo nos modos informais de comunicação do mundo dos e-mails e das mensagens de texto

    Simon Rabinovitch, da Reuters

    LONDRES - Cerca de 16 mil palavras sucumbiram às pressões da era da internet e perderam seus hifens na mais recente edição do Shorter Oxford English Dictionary.

    Bumble-bee (mamangaba) tornou-se bumblebee, ice-cream (sorvete) agora é ice cream e pot-belly (barrigudo) ganhou a grafia pot belly. E, se você não gostou das mudanças, não seja um crybaby (chorão, anteriormente grafado como cry-baby).

    O hífen vem sendo excluído nas formas informais de comunicação desenvolvidas no mundo dos e-mails e das mensagens de texto, difundidas em sites da Web e que, por fim, encontram espaço em jornais e livros.

    "As pessoas não se sentem confiantes quanto ao uso de hifens hoje em dia, não sabem bem para que servem", disse Angus Stevenson, editor do dicionário, cuja sexta edição foi lançada esta semana.

    Também influenciou a queda de tantos hifens o fato de que os designers gráficos não apreciam o deselegante traço horizontal entre palavras.

    "A escrita impressa é muito definida pelo design atualmente, em anúncios e sites, e as pessoas sentem que hifens atrapalham a aparência de um trabalho tipográfico elegante", acrescentou. "O hífen é visto como poluído em termos visuais, antiquado."

    A equipe que compilou o dicionário, um trabalho em dois volumes apesar do nome, só cometeu as amputações gramaticais depois de extensas pesquisas.

    "Todo o processo de alterar a grafia de palavras no dicionário se baseia em nossa análise de indícios do idioma, não é simplesmente uma questão do que pensamos que vai parecer melhor", afirmou Stevenson.

    Os pesquisadores examinaram um total de mais de dois bilhões de palavras de textos, originalmente publicados em jornais, livros, sites e blogs, a partir do ano 2000.

    Mas os hifens não perderam totalmente seu lugar. O editor do dicionário elogiou o serviço de primeira classe que prestaram ao idioma inglês na forma de adjetivos compostos: "Há palavras em que o hífen é necessário para evitar ambigüidades."

    sábado, 25 de agosto de 2007

    Traduzir Texto

    Pessoal com o sucesso que foi o outro artigo sobre traduzir um texto. Encontramos outro texto na net e pedimos para todos ajudarem na traducao.
    O texto tem relacao a games.

    Segue Texto:

    It's officially unofficial according to Capcom reps. But you know we'll probably see a Dead Rising sequel some time in the near future. Dead Rising sold over a million copies worldwide and became one of the staple buys for adopters of the Xbox 360. It was an excellent survival horror game with some great humor. The sandbox environment, multiple endings, and various side quests gave it longevity. Basically, we know it's coming on one platform or another. Not if but when it gets announced, here are the top 20 features we would like to see in the sequel.


    #20: More Uses For Clothes

    We'll start the countdown off on a transvestite note.

    Frank had a thing for dressing up, almost Bird Cage-esque. He'd just as soon throw on a frock as slice up a zombie with a katana and that, my friends, be freaky. If you're one who, like me, got a good laugh the first few times from dressing Frank up like a woman but then, as the giddiness wore off, felt a little "over-exposed" and silly? Well, you should. But that doesn't mean Frank can't use clothes to fight zombies! Zombies are notoriously poor at removing things from their heads (as Dead Rising has taught us) and so what if you could grab some clothes and toss them (rag-doll physics permitting) over the heads of unsuspecting zombies? And if that doesn't do the trick, how about some golf-balls in a tube sock to really bash some brains? Fore!


    #19: Bodies Stay

    It's technically possible now, to leave the dead bodies where they were when you killed them. While it might be a little too taxing for the systems (I'm no programmer, mind you), but wouldn't it be sweet to have all the bodies pile up? We can imagine all sorts of situations where zombies start tripping over their own bodies and that could be used as a method of escape for our protagonist. Wouldn't you like to climb to the top of the mounds of undead and look out over your lumbering, brain-crazed enemies? We thought so.


    #18: Easier-to-Pull-Off Special Moves (Of Various Hilarity)

    Frank was great at the spinning backflip, the wall jump, the spinning lariat...but the controls of clicking the analog stick while pressing another button was a tad imprecise. We want to be slamming zombies' heads into the floor with ease! We want to be disembowling the shit out of the undead! In the sequel we'd like to see that feature reinvented with simplicity in mind - specifically removing the "click analog stick" feature. The whole control setup would have to be reworked to some degree, but that wouldn't be such a bad thing. I remember getting my neck gouged by teeth several times when I could have avoided it, had I successfully pulled off my disembowel.


    #17: Explosives

    Sure, Dead Rising had Propane tanks, but where was the dynamite? Where were the frag grenades? Satchel charges? Where were the goddamn high-explosives?

    Setting up the propane tank/9mm combo in Dead Rising was always a good time, and the creatively minded gamer appreciated how Capcom allowed one to invent ways to dispose of zombies. But in the time of need, one just want to blow shit up and watch the body parts fly. Good times indeed.


    #16: Camera Upgrades

    Imagine collecting and customizing your camera with more righteous "ammunition" upgraded shutter speed and rack focus abilities. You could deck out the lens and get some deep focus, or flip on the macro and go close up of a zombie's fetid wound. It takes a dedicated photographer to do disembodied limbs in B/W with a heavy contrast.


    #15: Fewer clothing stores.

    If we don't get the extra uses from clothing (although, I can foresee the various uses of clothes hangars), we should definitely get fewer clothing stores and more stores unique to malls. For instance, a video game store (where you can grab kiosks and use them as bludgeons...) and more department "all-in-one" stores, where you can find anything from bicycles to paint-ball guns...

    And that brings me to...


    #14: Ability to Shoot/Attack and Ride a Bike/Car/motorcycle at the Same Time!

    This was a disappointment in the game, that I could ride my bike, but not slice heads off with my katana or fire off 9mm rounds into bodies while I did so. If I can drive a car and fire a SMG in Grand Theft Auto 3, why the hell can't I fire while I ride a bike? I might fall over, but it'd be priceless.


    #13: A Second Infinity Mode Sans Health Depletion

    I know, it was a design decision. Still, there's nothing better than just messing around in Dead Rising, depleting health or no. Working your way from one side of the world to the other without time or health against you. One fun thing we did here at GF was play the infinity mode for kicks, not trying to survive for the seven days, but just seeing what kind of havoc we could cause. Let's call it "Freedom Mode" and let's see it in the sequel, please?


    #12: That Bad-Ass Sniper Rifle Isabela Keyes Has in that Screenshot

    You know, this one. I liked to believe that gun was there because it was useful, but I don't think that's true. How effective is a sniper rifle against zombies? No one can say for sure, but it'd be sweet capping zombies from a distance before you ventured forth.

    You could at least use it like a club...


    #11: New Control System

    This one goes hand-in-hand with #20. It's essential that the sequel to Dead Rising have an upgraded control scheme because it was pretty loose in the original. The controls allowed one to interact, fight, go over the shoulder to throw items, discard items, switch items...etc., etc. And the problem was that it was too complicated and that Frank didn't respond quickly enough.

    Problem is, we're not sure, yet, how to alleviate that problem. Dead Rising 2, like the prequel, will need plenty of input. It will need to use all the buttons on the controller. But Peter Molyneux is doing some fantastic stuff with "1-button-combat" so I have faith it can be pulled off, even if it means going first-person for the secondary "throw" attacks.


    #10: New Save System

    Dead Rising needs desperately a new save system. It borrowed the system from other Capcom game Breath of Fire: Dragon Quarter for the PlayStation 2. Basically, it allowed the gamer to choose to restart from the last save point or start the entire game over with Frank's most recent stats. The benefits were that it allowed the player to play through the game with a beefier character - one that could kick a little more ass. The problems were that starting over sucked (and grew very, very tedious) while starting back at the last checkpoint could have been hours ago (seeing as how there were very few checkpoints and it was very easy to get side-tracked).

    All we're asking for is to get rid of the "go back to start" mechanic and replace it with either 1) a save anywhere system, or 2) a game with more frequent (and more obvious) save points.


    #9: More Schlocky Humor

    I almost wrote "horror," because that's what people usually associate with schlock. But the truth is Dead Rising was funnier than the average videogame mainly because it didn't take itself so seriously. It allowed the gamer to get lost in the world, but also to explore and find all the easter-egg jokes that Capcom hid all throughout the Willamette Mall.

    Finding and using ServBot's head to block zombie vision was classic, as was the giant stuffed teddybear that really did nothing what-so-ever except give us all a laugh. The over the top gore really contributed to some classic moments such as "Zombie Bowling."

    Keep the yucks, and the blood, gushing.


    #8: Zombie Dogs, Zombie Cats, Zombie Babies. Oh My!

    We thought this would be cool. Zombie dogs are cool, but how about zombie cats? How about zombie babies? Let's say there's a zombie woman carrying her zombie baby, and you kill the zombie woman, but the zombie baby starts toddling after you and screaming. Terrifying? Yes. Will it make it into the sequel? Don't hold your breath.


    #7: Frickin' Lasers

    Yeah, so it's not really realistic. I don't care. Remember that scene in Congo when they were cutting the gorillas in half with the laser beam right as the volcano was about to erupt, and I think I remember Tim Curry was the bad guy? Did anyone but me see that movie in the theaters?


    #6: Longer Story Mode?

    Dead Rising was reported to have a great amount of replayability due to it's constrained and time-based gameplay. By restricting what gamers could do in one sitting, Capcom essentially harkened back to the 16-bit era, when you would go through the same game several hundred times just to see and do everything -- to be the quintessential master of arms. The truth of the gameplay was that, once through, there was severe tedium because you had to go through many of the already-completed quests to get to the new ones. And some of the quests were just "meh." I think that's a technical term for poo-poo terrific.

    Essentially, it would behoove Capcom to make the time pass slower and to make the game bigger, and thus the story mode longer. Although I enjoyed the quasi-retro gameplay (quite a bit, actually), I always felt that I didn't have enough time to do what I wanted to do, and that the experience went by before I knew what happened. I like the feeling of being immersed in Dead Rising but I also want to treasure that feeling of dread and hopelessness that zombie games so often give.

    Longer does equal better, or perhaps we just need more time-sensitive events and a bigger mall.


    #5: Upgraded AI

    Okay, so the NPCs in Dead Rising were stupid, cowardly dips. They ran headlong into enemies and became tasty lunches for them. Unless you could hold them by the hand, they were impossible to control. What we need in the sequel is a "tough" AI. One that can fight of zombies pretty damn well if you give them the right weapon. And one that will, if attacked, go to a safe area, or look for a better way around.

    Of course, those sort of people don't exist in zombie movies, so why should they exist in a zombie game? Really, they shouldn't. Excepting Shaun and rarely an "El Wray", people in zombie movies are dumb, dumb, dumb. I'm not holding my breath for this feature to be added, but my frustration would definitely appreciate it.


    #4: Unbreakable weapons

    Yeah, I hated having my lead pipe break after the seventh or eighth zombie skull. Seriously, it sucked. And the fact that a sword would "run out" of uses was permanently scarring. I don't think a battle axe would break from cleaving a zombie, that is, until the twenty seventh hit, at least. And what about that pipe? You could drop it accidentally, sure, but having it just vanish into thin air was irritating.

    Well, whatever. We expect a serious increase in the zombie population for the sequel, and that naturally has us wanting the weapons to last longer - or for some minor ones to be "fallback" weapons that are, like The Tick, neigh-invulnerable. What is neigh? Exactly.


    #3: Standard Def TV Love

    I would like to read the text on my television, this time, okay Capcom? Apart from this problem being all over Capcom's forums and on thousands of message boards (I didn't count, I just assume thousands) it didn't really, dramatically, impact the "gameplay," but it sure as hell hurt the overall experience, and made quite a few Xbox 360 fans unhappy.

    I would be surprised if Capcom drops the ball again on this one. Both Dead Rising and Lost Planet suffered from too tiny print on standard TVs. Not everyone has a high-def television, Capcom. My 32' Durabrand rules. I sure would like a high-def flat-screen in my living room. But I'm poor. 4:3 FTW.


    #2: Adjustable Otis

    God-forbid he return in the sequel, Otis would have to be silenced. If not forever, then temporarily according to your needs. If you just want to play the main objectives, it would seem logical to be able to turn off Otis' nagging side-quest information. And the inverse should be true as well. Say you just want to focus on specific quests, then it should be alright to just "mute" him for the other ones. Especially if he's just going to keep calling back and saying "Hey, hanging up on a guy is rude!" Christ Otis, grow up.


    #1: Co-op Multiplayer via Splitscreen

    One of the things that nary all gamers felt was that Dead Rising lacked some kind of multiplayer feature. And for good reason. Dead Rising's gameplay seemed perfect for that sort of co-op multiplayer, open-ended environments and mission-based gameplay and zombies, fer crissakes! Dead Rising 2 could be a pioneer in co-op multiplayer, much the same way Halo was. Imagine jumping into an online game with several player controlled survivors? Imagine going split-screen with a buddy completing co-op clotheslines and combo moves? Killing zombies together could easily reinvigorate playing split screen with a friend. And it will make the sequel stand out among the hordes of mindless action games.

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